Pular para o conteúdo principal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a imediata desobstrução de rodovias

Veja quais rodovias estão interditadas pelo protesto dos caminhoneiros em Minas

Ministro do STF atendeu pedido da Confederação Nacional dos Transportes, que apontou transtornos e prejuízos a toda sociedade com paralisações

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) publicou na manhã desta terça-feira (1º) um balanço das vias que estão completa ou parcialmente interditadas em Minas Gerais. Pelo menos 18 rodovias estão bloqueadas no estado, onde manifestantes vestidos de verde e amarelo protestam contra o resultado das urnas.Desde a noite desse domingo (30), após o resultado das eleições, caminhoneiros iniciaram um bloqueio das vias em protesto à vitória de Lula (PT). Confira os pontos

Na BR-040, que liga Minas ao Rio de Janeiro, há pontos com total interdição em Congonhas, e Conselheiro Lafaiete, na região Central de Minas.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite dessa segunda-feira (31) a imediata desobstrução de rodovias e vias públicas que estejam ilicitamente com o trânsito interrompido.

Alexandre de Moraes também determinou, em razão de apontada “omissão e inércia”, que a Polícia Rodoviária Federal adote imediatamente todas as providências sob pena de multa de R$ 100 mil em caráter pessoal ao diretor-geral da PRF, a contar de meia-noite de 1º de novembro, além da possibilidade de afastamento de suas funções e até prisão em flagrante de crime de desobediência caso seja necessário.

O ministro atendeu pedido da Confederação Nacional dos Transportes, que apontou transtornos e prejuízos a toda sociedade com paralisações em diversas rodovias do país, em ao menos 10 estados.

Segundo a CNT, as paralisações estariam acontecendo pela “simples discordância com o resultado do pleito presidencial ocorrido no país”, de modo a caracterizarem-se como “manifestações antidemocráticas e, potencialmente, criminosas que atentam contra o Estado Democrático de Direito”.

Deixe uma Resposta