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Peixoto, que já foi apontado como braço-direito de Fernandinho Beira-Mar, estava ligado à igreja

Itatiaia
Foto: Itatiaia

Roni Peixoto, um dos principais criminosos de Minas Gerais, foi assassinado nesta segunda-feira(11) em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Peixoto, que já foi apontado como braço-direito de Fernandinho Beira-Mar, estava ligado à igreja nos últimos anos e dizia que tinha deixado o mundo do crime.

O corpo de Roni Peixoto foi encontrado dentro de um carro na avenida Engenheiro Felipe Gabrich, no bairro Córrego das Calçadas.

Crack 

Roni Peixoto, de 52 anos, é o introdutor do crack em Belo Horizonte e ocupou as páginas policias e inquéritos da polícia na década de 1990 e de 2000.

Tendo como base a Pedreira Prado Lopes, região Noroeste da capital, Roni movimentou muito dinheiro, vendeu muito crack e esteve envolvido em violentas guerras do tráfico de drogas.

Em entrevista ao repórter Renato Rios Neto em julho de 2020, Roni Peixoto diz que entrou no mundo do crime em 1992, após ser demitido do Bradesco, onde trabalhou como office boy e no setor de contabilidade. Ele diz que a esposa precisa de um medicamento.

“Nunca gostei de vender cocaína. Comecei a vender foi o crack e sempre vendi só o crack”, disse. Ele garantiu ainda que foi um dos primeiros a vender a droga na Pedreira Prado Lopes. “Na época, a maioria dos traficantes começou a fumar pedra. Todos na pedreira começou (sic) a fumar pedra. Então, ficava mais era eu, que não usava e nunca usei droga. Foi onde que expandiu”.

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